Poética e Reflexos...

Apenas por lá

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Sinto... sempre...
Quando vontade, te abraço com meu rosto recostado em seu peito,
Cheiro de sol seu olhar de manhã tão eterno na minha saudade
Então sua voz "O que foi?... O que foi?"
Meu desajeito, desarrumada dos pés à cabeça, sentada à sua frente, com um sorriso perdido
ainda em alguma pegada sua naquela areia, daquele rio...
Quando poderei colher novamente aqueles morangos de sua espécie?
Nesta colheita doce e forte tantos abalos internos constantes, presentes presente da vida.... Que tua existência neste mundo me traz, sinto sempre.... vida!

1 comentários:

Marcos Barboas, o poeta nato Says:

9 de dezembro de 2011 06:21

boa tarde!!!

"belo poema dançante. narrativa.


"grandes abraços, deste poeta nato, Marcos Olavo."

Leave a Reply